sábado, 27 de agosto de 2016

Resumo do livro A Moreninha- Joaquim Manuel de Macedo

A narrativa da história tem início quando um rapaz chamado Felipe convida três amigos: Augusto, Fabrício e Leopoldo; para curtirem o dia de Sant’Ana na casa de sua avó, na ilha de Paquetá. De cara, Augusto se esquiva do convite, porém a irmã e as primas de Felipe juntamente com outros fatores servem de incentivo para ele que logo aceite a ideia.
Mas antes de ir Augusto realiza uma aposta com os amigos. A disputa se tratava de que ele não ficaria apaixonado por nenhuma mulher durante 15 dias ou mais, uma vez que ele afirmava conseguir tal desafio. Caso contrário, como pagamento ele teria que escrever um romance para contar sua paixão.
Ao chegar à ilha, Augusto logo começa a se envolver com Carolina, irmã de Felipe. Uma menina morena e bem inteligente. Contudo, ele  sente-se perturbado e acaba por confessar a Dona Ana, avó de Carolina, que enquanto criança teria se apaixonado por uma garota que sem se identificar desapareceu da sua vida. Devido ao fato, ele jurou não se apaixonar por mais ninguém durante toda vida, porém, ao conhecer a moreninha, ele foi dominado por um sentimento altamente contagiante que superava o vivido em seu passado e que ele não conseguia controlar.
Com o passar do tempo, o que parecia se tornar um conflito acaba por ser desvendado. Carolina revela a Augusto que ela era a garota por quem ele teria se apaixonado no passado. Augusto então se surpreende e finalmente se declara para a moça. Os dois terminam felizes e Augusto acaba por pagar a aposta escrevendo o romance de sua vida, sob o título de A Moreninha.
Fonte:http://www.blogodorium.com.br/resumo-do-livro-a-moreninha/

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Vladimir Kush

Vladimir Kush, um dos mais metafóricos artistas e um dos pesos pesados da arte surrealista da atualidade. ​​ Reconhecido internacionalmente por sua contribuição ao surrealismo, muitos consideram que ele tenha criado algumas das narrativas visuais artesanais mais fascinantes e imaginativas do nosso tempo.

Vladimir Kush, nascido em Moscou, em 1965, é um pintor surrealista russo e escultor. Ele prefere definir sua arte como realismo metafórico ao invés de surrealismo. Kush afirma que seu estilo tem sido influenciado por esses grandes artistas: Monet, Botticelli, Bosch, Van Gogh, Durer, Schinkel, Vermeer e Dali. Kush pintou sua primeira imagem surreal com apenas 14 anos. Experimentou vários estilos de impressionismo depois de ler um livro sobre obras de Salvador Dalí. Kush é, de fato, um dos maiores nomes entre obras surrealistas na atualidade.
Fonte: http://www.ideagrid.com.br/arte/fascinantes-obras-surrealistas-de-vladimir-kush

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A Tentação de Santo Antão, Salvador Dalí

Dali retrata na tela o eremita Santo Antão (Antão do Deserto, dos séculos III e IV) sendo tentado. Este se encontra nu, tal como nos sonhos nos encontramos despidos de qualquer privação, e esse despojamento não é diferente no quadro. A tentação é tão forte que desnuda o santo, lhe restando somente sua única proteção, a cruz.
Nos sonhos perdemos a proporção de tamanho ou de tempo, só nos resta a intensidade do que sentimos no mais fundo inconsciente, não sendo diferente nessa pintura surrealista. As criaturas das quais ele se protege, são desproporcionais a qualquer criatura real. Como num sonho, tomam proporções exageradas, enfatizando sua maldade ou o medo do Santo com relação as mesmas.

Inclusive o "cavalo" que se encontra posto a frente do Santo sugere que vai se lançar sobre ele. Logo em baixo, dois seres muito menores do que os outros, aparentam estar em conflito também, lembrando a figura de um padre.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Tenta%C3%A7%C3%A3o_de_Santo_Ant%C3%A3o_(Salvador_Dal%C3%AD)

O sono, Salvador Dalí

O Sono é uma obra de Salvador Dali pintada em 1937. Esse sono que é um verdadeiro monstro "crisálido", cuja morfologia e nostalgia são apoiadas por onze muletas principais.Trata-se de uma representação visual do colapso do corpo durante o sono. A imagem apresenta como cenário um céu azul bastante limpo, sendo este bastante comum nos sonhos.
Dali recriou o tipo de  cabeça grande e mole, sem corpo como é característico da sua pintura. No entanto, este rosto não demonstra ser um auto-retrato, mas uma representação personificada do sono. Segundo a perspectiva surrealista, é durante o sono e o sonho que o ser humano tem o domínio do inconsciente. O equilíbrio delicado da figura indica que, se uma só muleta, das que seguram a cabeça faltar, ela acordará. Isso mostra a fragilidade do estado de sono. A atenção meticulosa de Dalí aos detalhes cria uma atmosfera de hiper-realismo. Como membro do movimento surrealista, ele promoveu a ideia do absurdo e o papel do inconsciente na sua arte.
Fonte: http://estoriasdahistoria12.blogspot.com.br/2012/10/o-sono-e-uma-obra-de-salvador-dali.html

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Salvador Dalí

Salvador Dalí i Domènech, 1º Marquês de Dalí de foi um importante pintor catalão, conhecido pelo seu trabalho surrealista. O trabalho de Dalí chama a atenção pela incrível combinação de imagens bizarras, oníricas, com excelente qualidade plástica. Dalí foi influenciado pelos mestres do classicismo. O seu trabalho mais conhecido, A Persistência da Memória, foi concluído em 1931. Salvador Dalí teve também trabalhos artísticos no cinema, escultura, e fotografia. Ele colaborou com a Walt Disney no curta de animação Destino, que foi Lançado postumamente em 2003 e, ao lado de Alfred Hitchcock, no filme Spellbound. Também foi autor de poemas dentro da mesma linha surrealista.
Dalí insistiu em sua "linhagem judaica", alegando que os seus antepassados eram descendentes de mouros que ocuparam o sul da Espanha por quase 800 anos (711 a 1492), e atribui a isso o seu amor de tudo o que é excessivo e dourado, sua paixão pelo luxo e seu amor oriental por roupas. Tinha uma reconhecida tendência a atitudes e realizações extravagantes destinadas a chamar a atenção, o que por vezes aborrecia aqueles que apreciavam a sua arte, ao mesmo tempo que incomodava os seus críticos, já que sua forma de estar teatral e excêntrica tendia a eclipsar o seu trabalho artístico.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_Dal%C3%AD

Os Amantes, de Rene Magritte

Perturbadora, misteriosa, intrigante. Todos esses são adjetivos cabíveis à obra surrealista “Os Amantes”, feita no ano de 1928 pelo pintor Rene Magritte. Desvendaremos agora no Um Pouco de Arte para a sua Vida alguns dos mistérios que estão sob os seus panos.
A origem do casal retratado vem, provavelmente, da imaginação de Magritte, inspirada por um personagem francês. Como a maioria dos pintores surrealistas, o criador da obra era fascinado pelo Fantôma, uma espécie de vilão da literatura francesa. Esse personagem ficou tão conhecido que foi adaptado para o cinema, onde aparecia sempre com o rosto coberto por uma meia ou por um pano branco. Você pode ver uma imagem dele no final da página.
Outra possível causa para as faces ocultas está na morte da mãe do pintor, que cometeu suicídio e foi encontrada no Rio Sambre, no norte da França. A cabeça da mulher estava enrolada no vestido que ela usava, o que pode ter inspirado Magritte na execução de Os Amantes.  
Agora, vamos às características da obra: aparentemente, trata-se de uma fotografia de um casal que está viajando ou a passeio, já que o plano de fundo é formado por montanhas, e não por prédios e elementos comuns em temas urbanos.
Fonte: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2014/02/26/1084786/surrealismo-os-amantes-rene-magritte.html

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Autorretrato com Macaco, de Frida Kahlo

Autorretrato com Macaco, de Frida Kahlo, é a obra que você terá a chance de conhecer melhor no Um Pouco de Arte para a sua Vida. Mais de metade de todas as pinturas da artista são autorretratos e esse é apenas um exemplo do estilo que ficou conhecido como sua marca.
Foi a partir de um divórcio em 1939 que Frida passou a pintar seu próprio rosto quase de maneira exclusiva, fazendo retratos nos quais ela procurava explicar o que sentia no momento da pintura. Ela dizia que pintava autorretratos porque se sentia sozinha com frequência e ela a conhecia melhor do que a outras pessoas.
O fundo da tela é coberto por folhas que passam uma sensação claustrobfóbica e fazem com que a imagem das personagens retratadas se posicione como se estivesse ainda mais perto de quem observa a obra.


Fonte: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2014/02/12/1081541/surrealismo-autorretrato-com-macaco-frida-kahlo.html